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sábado, 19 de janeiro de 2019
Amor próprio e autoestima podem ser ferramentas para controlar ansiedade
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domingo, 18 de novembro de 2018
10 coisas que os casais felizes fazem antes de dormir
sábado, 17 de novembro de 2018
Existem 8 tipos de Amor. Em qual você está?
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Alguns anos atrás, eu estava namorando uma pessoa que demorou a dizer que me amava. Ele me disse que não queria dizer isso até que soubesse que queria dizê-lo para sempre. Eu fiquei bem com essa abordagem porque sabia que eu não diria isso de volta, a menos que eu sentisse o mesmo.
Então, quando ele finalmente sussurrou no meu ouvido naquela noite quente de setembro ao lado do rio, eu soube o que significava, e depois de sussurrá-lo de volta, perguntei: “Isso significa que serei a Sra. Kleehammer algum dia?”.
Ele disse que sim. E, 15 anos depois, eu ainda sou a Sra. Kleehammer.
Não há nada como ouvir essas três palavras mágicas – eu te amo – e sentir ondas de calor irradiando em todo o seu corpo. Mas você já esteve em um relacionamento onde essas palavras foram pronunciadas – mas você se perguntou se ambos queriam dizer a mesma coisa?
Nós tendemos a usar a palavra amor para descrever nossos sentimentos positivos para todos e tudo – desde os nossos pais, amigos, animais de estimação e interesses amorosos românticos até a nossa sobremesa favorita.
O psicólogo Robert Sternberg desenvolveu uma teoria que pode nos ajudar a começar a compreender as várias maneiras pelas quais experimentamos o amor. Ele chama de “Teoria Triangular do Amor” – triangular porque o amor consiste de três componentes em combinação: intimidade, paixão e compromisso.
Intimidade é um sentimento de proximidade, amizade, ter uma ligação. Paixão é a atração sensual, sexual; e compromisso é a decisão e o plano de permanecer comprometido com o relacionamento.
Experimentamos diferentes tipos de amor baseados na presença e ausência de cada um desses três componentes.
Nenhum amor
Nenhum amor é a ausência de intimidade, paixão e compromisso. É o que sentimos por novos conhecidos (pelo menos aqueles por quem não nos apaixonamos à primeira vista). Na maioria das vezes, o amor não é nem sequer considerado um tipo real de amor – por razões óbvias – mas eu diria que ainda pode haver amor a este nível. Afinal, Jesus queria que todos se amassem, certo? Não é que ele esteja dizendo que todos nós precisamos estar intimamente e apaixonadamente comprometidos com pessoas que nunca conhecemos, mas que devemos fomentar o amor na forma de boa vontade para com os nossos semelhantes.
Gostar
Gostar é intimidade sem paixão ou compromisso. Este é o tipo de amor que sentimos pelo nosso amigo que gosta de andar de bicicleta com a gente, ou o amigo que recebemos em casa todas as semanas. É até o tipo de amor que sentimos por nosso melhor amigo da universidade, que mantemos contato. Grandes conversas, companheirismo, interesses mútuos – essas são as coisas que gradualmente levam a sólidas amizades. Gostar, mesmo que não venha com paixão ou compromisso, pode nutrir um vínculo estreito. Jogar cartas e compartilhar uma pizza com a mesma pessoa, confiar algumas coisas, e eles inevitavelmente se tornarão uma parte importante de sua vida. Gostar é uma espécie de camada de amor em sua vida.
Paixão
Paixão é o afeto sem intimidade ou compromisso. Este é a paixão súbita que você não consegue parar de pensar. É o momento em que seu coração quase pula fora do peito. Muitos argumentam que a paixão deve ser considerada uma forma de luxúria em vez de amor, mas aqueles que a experimentam muitas vezes se consideram “apaixonados”.
Infelizmente, embora divertido às vezes, este estado é fugaz – ou desaparece ou progride em uma forma mais substancial de amor. E graças a Deus, porque quem poderia sustentar essa quantidade de pura loucura de coração-batendo por mais de alguns meses? Você nunca conseguiria fazer nada, porque as pessoas apaixonadas não podem se concentrar em nada além do objeto de sua atração. Mas é doce enquanto dura, certo?
Amor romântico
O amor romântico é intimidade e paixão sem compromisso, descrevendo um estado que as relações de namoro mais sérias passam antes que quaisquer tipos de planos reais para o futuro estejam envolvidos. Este é o momento paradisíaco de “cair no amor” – mas você ainda está hesitante em mencionar o casamento de sua irmã no outono, por medo de que ele pense que você está o convidando. Muitos estão satisfeitos por ficar aqui por um tempo e simplesmente desfrutar da viagem juntos, mas outros se encontram na situação clássica de “saber para onde irá o relacionamento”. Quando isso acontece, a intimidade leva a conversas sinceras que esclarecem os sentimentos um do outro. Espero que ambos estejam caminhando na mesma direção.
Amor conjugal
O amor conjugal é intimidade e compromisso sem paixão. Este é o tipo de amor que muitos casais se encontram depois de vários anos. Alguns começam a sentir que querem reavivar a paixão, enquanto outros acham que estão perfeitamente satisfeitos com este tipo de amor. Até mesmo alguns casais solteiros veem o amor conjugal como uma ligação forte o suficiente para se casarem. Recentemente, falei com uma mulher que já estava noiva de um homem com quem ela era íntima, mas não estava apaixonada. Isso não a incomodava, porque imaginava que a paixão iria desaparecer eventualmente. No entanto, quando ela percebeu que casar com ele significaria que ela nunca experimentaria essa paixão, com ninguém, ela não poderia passar por isso. Depois, ela conheceu e se casou com um homem por quem ela era muito apaixonada, e enquanto seu relacionamento se desenvolveu em um tipo de amor mais conjugal neste ponto, ela diz que a paixão foi importante na formação da força inicial de seu vínculo matrimonial. Ela está grata por ela não ter roubado essa experiência casando-se com alguém por quem ela não sentia paixão.
Amor bobo
O amor bobo – em contraste com o amor conjugal – é paixão e compromisso sem intimidade. É o relacionamento sério onde o casal está sexualmente em chamas, mas não tem terreno comum para a companhia. Estes são os casais que têm vários “dramas” em suas vidas. Uma vez que a intimidade tende a ser o elemento que carrega um relacionamento através de momentos difíceis, os casais que experimentam o amor bobo podem fortalecer seu compromisso por ser mais intencional sobre o desenvolvimento de sua amizade, praticando empatia e descobrindo interesses mútuos para se unir.
Amor vazio
Amor vazio descreve um relacionamento que tem compromisso sem paixão ou intimidade. Ninguém espera encontrar-se neste tipo de casamento, mas não é incomum – as pessoas se separam, mesmo quando fizeram votos. Mas note que a paixão e a intimidade podem fluir tão facilmente como podem diminuir. Alguns anos atrás, meu marido e eu passamos por uma época difícil em nosso casamento, onde ambos admitimos que a nossa paixão e intimidade sofreram muito. Mas nós não desistimos um do outro, e como nós crescemos ao longo do tempo, fomos finalmente capazes de cultivar novamente nós dois. Agora, nossa paixão e intimidade são mais fortes do que nunca, assim como o nosso compromisso. Portanto, enquanto houver um compromisso e uma vontade de crescer, ainda há esperança para o resto.
Amor consumado
Amor consumado é o mais importante de todos os amores. Este é, em última instância, o que todos esperamos no nosso amor “para sempre” – a combinação de intimidade, paixão e compromisso. Sternberg refere-se a ele como o “amor final”.
Alcançar este nível de amor significa permitir que a relação evolua ao longo do tempo, muitas vezes passando por outros tipos de amor ao longo do caminho. E muitas vezes, ambos os membros do relacionamento podem estar experimentando diferentes tipos de amor no mesmo relacionamento. Talvez o momento de definição para um casal não é necessariamente o momento em que eles dizem essas três palavras mágicas, mas o momento em que chegar a um entendimento mútuo do que essas palavras significam no relacionamento. Nos primeiros dias de um relacionamento, é improvável que ambos estão prontos para o amor consumado – isso é totalmente normal. Mas se a versão completa é o que queremos, é importante conhecer a nós mesmos. Nós temos que entender em qual tipo de amor estamos – e se onde estamos é onde realmente queremos estar.
Insegurança no Amor: conheça 3 sinais importantes
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Amar alguém significa dar um salto no vazio e compartilhar a parte mais íntima do nosso ser, e é por isso que algumas pessoas sentem uma grande insegurança no amor. Porque amar é confiar, deixar fluir e se abrir para o outro.
A relação tem que ser uma área segura em que você possa se expressar e se mostrar como é, porque se isso não for possível, é provável que o relacionamento acabe envenenado pela insegurança e pelas dúvidas.
Neste artigo, vamos nos concentrar nos sinais de insegurança no amor que as pessoas que já estão em um relacionamento ou que terminaram um relacionamento podem ter (um dos sinais de insegurança no amor é abandonar “o campo de batalha”) . Ou seja, você conhece alguém, gosta muito da pessoa, e começa a aparecer a insegurança, vertigem, o medo de se machucar, e você a abandona antes que o vínculo seja realmente formado.
Em outras palavras, “fugir” quando você está conhecendo alguém é um sinal de insegurança que já é bem conhecido e identificado, tanto por aqueles que o experimentam em sua própria pele quanto por aqueles que o identificaram em seus parceiros. No entanto, existem outros sinais de insegurança no amor que podem passar mais despercebidos e serão detalhados a seguir.
O primeiro sinal de insegurança no amor: controle e ciúmes
Um dos sinais de que existe insegurança no amor é a busca por controle, tanto sobre o relacionamento (as coisas que são feitas juntas) quanto sobre o outro (o que seu parceiro faz ou deixa de fazer). Algumas pessoas têm uma necessidade “básica” de controle muito alta, ou seja, precisam de um alto grau de controle percebido para não se sentirem ameaçadas. Falamos de uma necessidade que, muitas vezes, é passada para o casal.
Em geral, quando uma pessoa busca o controle da outra, é porque se sente insegura. Uma necessidade de um controle aparente muito alto também pode estar ligada a problemas psicológicos, como o transtorno obsessivo-compulsivo.
Além disso, a insegurança no amor também se manifesta sob a forma de ciúmes. O ciúmes é o sinal de insegurança por excelência; as pessoas que confiam em seu relacionamento e confiam em si mesmas também podem sentir ciúmes, mas sem uma intensidade ou frequência que as domine.
Uma boa maneira de combater o ciúme é eliminar todos os comportamentos que você realiza como resultado do ciúmes, por exemplo, perguntar onde está, a que horas vai chegar e quem viu, ver seus perfis nas redes sociais, etc.
A busca constante de sinais de afeto e carinho: por favor, diga que você me ama
Querer demonstrações de afeto de seu parceiro é um sinal de insegurança. Todos gostamos de receber afeto e carinho, mas outra coisa bem diferente é contar o número de gestos amorosos do parceiro. Há pessoas que realmente “medem” e comparam os gestos de amor que seu parceiro tem com elas e pedem verbalmente ao outro para falar sobre o amor que sente e, se possível, quantificá-lo.
Da mesma forma, aqueles que têm insegurança no amor podem usar expressões do tipo: “você não é tão amoroso/a comigo quanto com seus amigos” ou “quando estamos em casa você não demonstra seu afeto, e quando estamos com as pessoas sim”. Estas frases podem ser um sinal de medo, insegurança e baixa autoestima.
Por outro lado, você deve saber que esses tipos de avaliações e comentários são normais se ocorrerem com pouca frequência, ou seja, se você fizer isso quase nunca ou se não for uma fonte de desconforto. Por outro lado, aqueles que têm segurança em seu relacionamento e em si mesmos entendem que as pessoas passam por estados diferentes e que cada uma delas modifica a abertura para os outros, incluindo o casal.
Um estudo realizado pela Dra. Megan McCarthy na Universidade de Waterloo afirma que quando se tem baixa autoestima, a pessoa tende a silenciar suas necessidades de modo a não perturbar o seu parceiro. O problema é que, na maioria das vezes, isso cria dificuldades para construir um vínculo saudável, já que, a longo prazo, podem surgir reprovações, críticas e um sentimento de desconforto.
Guardar suas opiniões e evitar conflitos
Discutir e discordar de seu parceiro é saudável. De fato, discordâncias e diferenças são necessárias para aprender a conviver com o outro, entendendo que é uma pessoa diferente, com suas características e necessidades.
São muitas as pessoas que tentam evitar qualquer presságio de discussão, entendendo que esse é um sinal de fraqueza no casal. Assim, guardam suas opiniões para manter diálogos que sempre caminham na mesma direção: o que o outro diz.
Este costume que, a curto prazo, pode beneficiar a comunicação, acaba por destruir a pessoa e o próprio casal. Por outro lado, essa falta de espontaneidade, longe de eliminar a insegurança no amor, a aumentará.
O bom é que os três sinais de que falamos não servem apenas para identificar a insegurança, mas também para começar a combatê-la. Afinal, o parceiro é um pilar importante capaz de criar um grande bem-estar quando sentimos que podemos confiar nele (sem fingir, da forma como somos) e capaz de gerar uma grande tensão quando não temos essa confiança.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Como Ser Engraçada Perto Dos Homens E Fazê-Los Querer Sua Companhia O Tempo Todo
domingo, 11 de novembro de 2018
Namore a pessoa que te enxergou quando ninguém mais te via
As pessoas desistem, descartam e se cansam muito facilmente. Valorize quem te olha, te admira, te aceita e te apoia sem exaustão, enxergando além da superfície, reconhecendo sua singularidade no meio da multidão.
Em alguns momentos da vida nos tornamos invisíveis. Por motivos que não sei explicar, deixamos de ser vistos, ouvidos, de chamar qualquer tipo de atenção. Em alguns momentos da vida, nossa face externa não reflete o que vai dentro de nosso coração, e por isso ninguém enxerga nossa luz, nossos dons e qualidades, nosso jeito único de ser e estar no mundo. Porém, no meio de tanta indiferença, podemos ser percebidos. No meio de tanto desinteresse, podemos despertar curiosidade. No meio de tantos rostos, podemos ser “a pessoa” de alguém. Entretanto, muitas vezes você se pergunta o que há de errado com esse alguém que se interessou por você, justamente você. De forma distorcida e sem nenhum amor-próprio, você se condiciona a achar que se alguém se interessa por você, esse alguém tem algum problema, só pode ter. Se alguém o enxerga no meio da multidão, esse alguém deve ter miopia afetiva ou é pior do que aquilo que você acha de si mesmo, isto é, um nada. Cheio de autoproteção, você sabota a própria felicidade ao decretar que esse alguém não serve para você, que seu destino é mesmo ficar sozinho. Sentencia o fim antes do fim, e depois lamenta que ninguém está a fim. Adoro um filme chamado “Medianeras – Buenos Aires na era do amor virtual”. No longa argentino de 2011, Mariana (Pilar López de Ayala) e Martin (Javier Drolas) vivem no mesmo quarteirão, mas ainda que seus caminhos se cruzem, eles não chegam a se encontrar, passando pelos mesmos lugares sem nunca se perceberem.
Cena do filme “Medianeras – Buenos Aires na era do amor digital”
Porém, tanto Mariana quanto Martin procuram alguém que os enxergue além dos muros de concreto da cidade. Em suas “solidões”, protegidos pelas paredes, eles tecem sonhos e desejos de serem vistos, de serem notados. O filme nos leva a refletir que de vez em quando abrimos mão de conhecer melhor alguém com quem temos uma proximidade física para buscarmos a tal “proximidade perfeita” (muitas vezes ilusória) na internet. De repente não toleramos mais erros, dificuldades, ou qualquer tipo de rasura. Buscamos um relacionamento perfeito, livre de contrariedades, sem qualquer oposição. E vagamos pelas grandes cidades sem respostas para nossos desencontros, sem soluções mágicas para nossas exigências, sem saídas para nossa invisibilidade. Assim, constatamos com pesar o quanto as relações estão frágeis, o quanto nossos desejos se distanciam do possível, o quanto podemos ser desinteressantes e descartáveis se não correspondemos às expectativas do outro. Em alguns momentos da vida a gente tem que rever os próprios conceitos. Começar a entender que se alguém ousou te enxergar além da superfície, esse alguém é especial, assim como você é especial. Namore a menina que lhe sorri com os olhos e o menino que lhe oferece carona embaixo do guarda-chuva num dia úmido.
Namore a pessoa que é gentil, que se interessa pelos livros que você leu, que quer te contar sobre a nova série do Netflix, que não finge desinteresse para parecer interessante.
Namore a menina que curte suas postagens e o menino que comenta suas fotos. Namore a pessoa que te respeita e tem uma curiosidade genuína por tudo que se refere a você. Namore alguém que te aceita sem tirar nem pôr, e nem por isso some sem explicações para parecer sedutor. Namore a menina que fica tímida quando te vê e o menino que te olha com ternura demorada. Namore a pessoa que presta atenção em você e se lembra do detalhe daquela sua história engraçada. Namore alguém que goste de você com a melhor das intenções, e não tenta te prender com joguinhos e punições. Namore a pessoa que te enxergou quando ninguém mais te via porque você merece. Merece ser visto, valorizado, aceito e respeitado. Você merece aceitar um amor que diz que te ama sem achar que ele é pouco ou menor “só” porque escolheu você. Justamente você. As pessoas desistem, descartam e se cansam muito facilmente. Valorize quem te olha, te admira, te aceita e te apoia sem exaustão, enxergando além da superfície, reconhecendo sua singularidade no meio da multidão.
E se um dia você tiver dúvidas, lembre-se do tempo em que você se sentia invisível. Encontrar quem nos acolha com mansidão no meio de tanta opressão é encontrar repouso para o coração. E isso basta.
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
CASAIS QUE SE AMAM DE VERDADE, TENDEM A ENGORDAR JUNTOS
A Felicidade está nos detalhes que deixamos passar quando esperamos por grandes momentos
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terça-feira, 6 de novembro de 2018
Conheça uma oração para ser repetida todas as manhãs
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
Encontrar um grande Amor – como? onde? quando?
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O Amor verdadeiro não acontece com hora marcada
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domingo, 4 de novembro de 2018
Como saber se meu marido me trai? 7 dicas para não cair na paranoia
Ignorando Um Cara: Como Fazer Certo E Deixá-Lo Perseguindo Você
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